Pois é...daremos, com a Interlude, uns passos para fora do Brasil. Será bem especial. Também tocaremos em Foz do Iguaçú. Nunca, nunca eu poderia ter imaginado tocar em tantos e tão bacanas lugares. Preciso refazer as contas, mas sei que já passamos de 100 shows realizados. Não sei se é muito ou pouco, mas sei que foram 6 anos intensos. Já falei aqui sobre como essa banda me ajudou em muitos aspectos, inclusive, a conhecer novos lugares. terça-feira, 31 de maio de 2011
Interlude no Paraguai
Pois é...daremos, com a Interlude, uns passos para fora do Brasil. Será bem especial. Também tocaremos em Foz do Iguaçú. Nunca, nunca eu poderia ter imaginado tocar em tantos e tão bacanas lugares. Preciso refazer as contas, mas sei que já passamos de 100 shows realizados. Não sei se é muito ou pouco, mas sei que foram 6 anos intensos. Já falei aqui sobre como essa banda me ajudou em muitos aspectos, inclusive, a conhecer novos lugares. quinta-feira, 5 de maio de 2011
Vou te levar
Sabe que eu achei que tinha enjoado de música? Tava escutando só músicas clássicas ultimamente. O rock e pop me cansaram... mas às vezes a gente descobre uma música bonita com uma interpretação honesta e abre um sorriso. Enfim...para mim, ela é a melhor coisa em todos os sentidos, que já saiu do famigerado acústico mtv... tem arranjos de cordas bem feitos e o Lobão berra (uiva?) como um Billy Corgan.
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Provações e desapegos
segunda-feira, 11 de abril de 2011
A história de Lisey
Mais um Stephen King. Maravilhoso livro. É incrível, espantosa e poderosa a narrativa dele. Parece...cigarro, batatas Pringles, chocolate...um vício. rsrs. Não dá para parar de ler. A resenha aí embaixo é da Regiane (http://www.livronochadascinco.com.br/). E não tem Spoilers. Tem outras bem legais também pela rede, mas achei que estragam algumas surpresas. São mais para quem leu o livro. sexta-feira, 8 de abril de 2011
Que caca. Ô país de merda!
Furtaram meu carro ontem. 3 anos para pagar e alguém leva assim, de boa... Mas fazer o quê? Neste país, a gente tem medo de polícia e de ladrão. Mas tudo bem, é só um objeto e a gente trabalha tudo de novo para comprar outro, se quiser. quarta-feira, 6 de abril de 2011
Futebol de rua é o mais autêntico do mundo
O Futebol, como tudo na nossa vidinha comum, como tudo que enxergamos por trás de cortinas, é muito mais do que aparece na televisão.Lembro das vaquinhas para comprar a bola nova. Das peripécias para pegá-la quando caia no telhado do vizinho (sempre o mais chato da rua).
Jogava por horas e dias a fio. Só parava porque tinha que almoçar ou dormir. E quando as mamães imploravam para não jogar mais depois do banho tomado, lá vinha o estrelão e os botões para amenizar a abstinência.
Bons tempos. Penso nisso num misto de alegria e tristeza. E também sinto-me um pouco privilegiado. Fomos, talvez, a geração que mais aproveitou tudo isso. Soma-se aí, os pipas, bolinhas de gude, pião, mãe da rua, rouba-bandeira...tudo em sua devida época. Porque o Futebol era supremo. Nas gerações anteriores, dos nossos pais e avós, eles tinham que trabalhar ainda muito jovens para ajudar em casa, os relacionamentos eram muito mais frios e rígidos...as posteriores perderam o espaço para edifícios e casas e carros nas ruas. Minha alegria vem de ter vivido com intensidade esses momentos mágicos e me dá uma ponta de tristeza saber que meus filhos pouco ou nada experimentaram dessa liberdade. Os parques são longes, eles dependem de mim ou que alguém os leve...não é a mesma coisa. Até as cobranças sociais podam o prazer de simplesmente bater uma bola. Ninguém precisa ser craque. Só precisa gostar. Ter prazer.
Lembrei de tudo isso porque voltei a jogar. Toda Segunda-Feira. Apesar de eu estar todo quebrado até agora, foi demais! É igual andar de bicicleta. Nunca se esquece, porém o corpo não é mais o mesmo...já sou veterano, vejam só. Mas fiz dois belos gols e fiquei contente...hehehe


